Desde que a barriga de Kimberly de repente começou a crescer, sua família acreditava que ela estava grávida, apesar de sua pouca idade. No entanto, a adolescente continuou insistindo que ela não tem um namorado e ela, definitivamente, não teve um momento íntimo com nenhum homem.
Depois de ser persuadida de que Kimberly não tinha namorado secreto, a família da adolescente aceitou a teoria de que uma criatura marinha a havia engravidado. Os filipinos têm muitas crenças supersticiosas, especialmente aquelas que vivem em áreas remotas e no interior, como no caso da adolescente.
Após a confirmação de Kimberly de não ter um namorado, sua avó explicou que há uma superstição, afirmando que as mulheres não devem nadar no oceano ou mesmo em rios durante a menstruação. De acordo com os idosos da cidade de Manait, as mulheres devem ficar fora do mar por até cinco dias após o período menstrual.
Como Kimberly ignorou essa superstição, sua família acreditou que agora ela poderia estar carregando um bebê de criatura marinha. Essa crença foi ainda reforçada quando o ultrassom de Kimberly mostrou algo com aparência de peixe no estômago. Assim, a família procurou uma segunda opinião médica, que revelou que a menina estava, de fato, sofrendo de um grande cisto ovariano.
Seus médicos esmagaram a crença da cidade e disseram que é impossível, para um ser humano, carregar um peixe vivo no útero ou mesmo no estômago. O Legazpi City Hospital prometeu arcar com os custos da operação da Kimberly, mas ela ainda precisa de assistência financeira para outras necessidades, incluindo os testes antes da cirurgia. A família agora está pedindo ajuda para financiar uma operação para remover o cisto.
