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Surto de sarampo já atinge 16 estados; mais de 3,3 mil casos são confirmados


Surto de sarampo já atinge 16 estados; mais de 3,3 mil casos são confirmados
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
O Brasil já possui 16 estados com surto ativo de de sarampo. De acordo com balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, são 3.339 casos confirmados da doença em todo o país. Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais passaram a fazer parte da lista.

Os casos suspeitos de sarampo chegam a 24.011, sendo que 17.713 estão em investigação e outros 2.957 foram descartados. Neste ano, quatro mortes por sarampo foram confirmadas. Três em crianças com menos de um ano e um homem de 42 anos. Nenhum deles havia sido vacinado. 

O principal foco da doença é no estado de São Paulo, que possui 97,5% dos casos confirmados (3.254). Rio de Janeiro (18), Pernambuco (13), Minas Gerais (13), Santa Catarina (12), Paraná (7), Rio Grande do Sul (7), Maranhão (3), Goiás (3), Distrito Federal (3), Mato Grosso do Sul (1), Espírito Santo (1), Piauí (1), Rio Grande do Norte (1), Bahia (1) e Sergipe (1) são os outros estados que registram casos de sarampo.

O Ministério da Saúde enviou neste ano 19,4 milhões de doses da vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola. A tríplice viral está disponível em todos os mais de 36 mil postos de vacinação em todo o Brasil.

Nesta segunda-feira (16), os ministros da Saúde de Brasil e Paraguai, Luiz Henrique Mandetta e Julio Daniel Mazzoleni, respectivamente, lançam a Semana de Intensificação de Vacinação nas Fronteiras no âmbito do Mercosul. Durante o lançamento, será realizada vacinação contra febre amarela e sarampo em Ponta Porã (MS).

Além disso, A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo vai ocorrer de 7 a 25 de outubro e o público-alvo são crianças de 6 meses a menores de 5 anos. O dia D vai ser em 19 de outubro. Já a segunda etapa, de 18 a 30 de novembro, o foco é a população de 20 a 29 anos. O dia D ocorrerá em 30 de novembro.

A principal preocupação é com a vacinação para crianças menores de 5 anos, pois elas apresentam mais riscos de desenvolver complicações como cegueira, encefalite, diarreia grave, infecções no ouvido, pneumonias e óbitos.

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