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Quando você come chocolate, está comendo BARATAS!


Até 60 pedaços de barata podem ser encontrados em 100g de chocolate, afirma FDA.


Publicado por Consultor Elder 
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Quando voc come chocolate est comendo BARATAS
É isso mesmo, aquela barra deliciosa que você come com vontade, saboreando cada pedacinho, pode conter bem mais do que cacau e recheios tradicionais. Segundo o Food and Drugs (FDA), órgão que tem a mesma função que a ANVISA aqui no Brasil, cada barra de chocolate, tem em média, oito pedaços de barata.
Quando voc come chocolate est comendo BARATAS

Apesar de ser bem nojento, é importante saber, que não é apenas no chocolate, segundo o FDA, todos os alimentos possuem contaminantes de algum tipo, e é aceitável até 60 pedaços de insetos a cada 100 gramas de chocolate. Isso acontece pois os insetos acabam sendo moídos juntos com o doce, mas não devem causar grandes impactos negativos na saúde de quem os come, afetando apenas pessoas alérgica e asmáticas.
Quando voc come chocolate est comendo BARATAS
O alergista Morton M. Teich declarou à ABC News que “evitar insetos na comida é quase impossível. Você provavelmente teria que parar de comer completamente”. A solução seria o uso de pesticidas, uma alternativa bem mais nefasta para a saúde humana do que ingerir pedaços de baratas, segundo o médico.
E aí, deu nojo?

Fonte: http://www.equilibrioemvida.com

No Brasil

Aqui, também temos um órgão que fiscaliza e controla o que comemos e bebemos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA.
Em 2 de março de 2011, a ANVISA publicou uma atualização determinado, conforme Anexo 1 (página 7) que os chocolates podem conter até 10 fragmentos de insetos em 100g do alimento. No caso de pelo de roedor, a ANVISA permite “apenas” 1 em cada 100g.
Quando voc come chocolate est comendo BARATAS
O Inmetro fez alguns testes com ovos de páscoa em 2007 para verificar se as principais empresas do ramo estavam fazendo tudo direito. O resultado desse teste está no site do Instituto. (http://www.e-farsas.com/ecaochocolate-que-comemos-tem-pedacos-de-barata.html)


Antes de qualquer coisa Márcia Trivellato, a notícia é verdadeira. Todavia, encontrei uns esclarecimentos a respeito dessa matéria muito interessante (http://alimentandoadiscussao.com/2013/03/07/chocolate-com-pedacos-de-barata/) o qual adiante reproduzo fielmente: Esse texto foi baseado numa notícia da ABC, então ele se apóia na legislação dos EUA. O FDA (2000) diz ser permitido encontrar no máximo 60 fragmentos de insetos em geral (não apenas baratas – voltarei a isso daqui a pouco) em 100g de chocolate, tomando a média entre 6 amostras diferentes, sendo que nenhuma delas pode ter mais de 90 fragmentos. Quando comparamos com a legislação brasileira, a ANVISA (2011) se mostra bem menos permissiva – o que é um caso raro – já que permite apenas 10 fragmentos de insetos não indicativos de risco por 100g. Vale lembrar que essa legislação do FDA é antiga e já deveria ter sido revisada. Além do número em si, existe outra diferença relevante entre as duas. A mesma determinação da ANVISA tem duas definições diferentes referentes a insetos: – Art 4º X – matérias estranhas indicativas de riscos à saúde humana: são aquelas detectadas macroscopicamente e/ou microscopicamente capazes de veicular para os alimentos agentes patogênicos ou de causar danos ao consumidor, abrangendo: a) insetos: baratas, formigas, moscas […] – Art 4º XI – matérias estranhas indicativas de falhas das Boas Práticas: são aquelas detectadas macroscopicamente e/ou microscopicamente, abrangendo: a) artrópodes considerados próprios da cultura e do armazenamento, em qualquer fase de desenvolvimento, […] Conseguiram perceber a diferença? Como a ANVISA permite apenas fragmentos de insetos do segundo caso mencionado, temos que fazer a seguinte pergunta: As baratas são autóctones (= nativas) da própria cultura do cacau? Se vocês lerem a noticia da ABC, vão perceber que eles respondem à questão afirmativamente, o que é um erro grave. Os insetos que agem como pragas mais comuns da cultura do cacau são a chupança (espécie de barbeiro), a tripes, as lagartas, as vaquinhas (tipo de besouro amarelo), os pulgões e as formigas. Já as baratas mais comuns (ordem Blattaria) são pragas urbanas, e não estão inclusas nessa lista. Sendo assim, não deveria haver nenhum fragmento de barata nos chocolates, segundo a legislação brasileira. Mas é possível/viável fazer esse controle? Infelizmente, a resposta é não: por mais que as empresas possam eliminar facilmente insetos inteiros e/ou pedaços grandes, não têm meios de identificar fragmentos microscópios, já que essa análise iria requerer muito tempo e elevado custo (imaginem fazer um teste de DNA para diversos insetos em cada lote!). Dessa forma, cabe a elas assegurarem boas práticas de fabricação, higiene e segurança para evitar esse tipo de contaminação. Como o próprio texto diz, é praticamente impossível comer qualquer tipo de alimento sem ingerir partes de insetos, por melhor que seja a higiene de toda a sua cadeia produtiva. Na verdade, ingerimos partes de insetos pelo simples ato de respirar. Ok, mas e os potenciais riscos à saúde? Mesmo as pragas nativas da cultura não seriam perigosas? É fato que muitos artrópodes podem ser vetores de doenças, mas é preciso lembrar que esses serão processados – de preferência termicamente – junto com o alimento, reduzindo sua carga microbiana até um patamar seguro para o consumo (afinal os micro-organismos patógenos, esses sim, podem ser facilmente analisados e controlados). O que não pode ocorrer é a contaminação por insetos após esse processamento. O verdadeiro risco – e dessa vez a reportagem está correta – é de algumas pessoas manifestarem alergia a certos fragmentos de insetos contidos no produto, e pensar que se trata do próprio alimento. Nesse caso é importante consultar um médico para descobrir qual a verdadeira causa da alergia. Por outro lado, se você não apresenta nenhum tipo de sintoma típico (irritação, urticária, enxaqueca, asma, etc) ao consumir determinado alimento, não há necessidade nenhuma de parar de consumí-lo – mesmo que potencialmente contenha “pedacinhos” de insetos. Fontes: – FDA – Anvisa

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