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terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Pai de santo invade palco e diz que fizeram 'macumba' contra Temer


por Estadão Conteúdo
Pai de santo invade palco e diz que fizeram 'macumba' contra Temer
Foto: Divulgação / PMDB
O suposto pai de santo Uzêda, roubou a cena da convenção do PMDB em Brasília ao subir no palco e "benzer" o presidente Michel Temer. O religioso disse que fizeram uma "macumba" contra o peemedebista. Em março de 2015, o pai de santo invadiu o Palácio do Planalto para, segundo ele, tentar alertar a então presidente Dilma Rousseff em relação a Eduardo Cunha (PMDB-RJ). "Fizeram um trabalho de vodu, por isso que ele teve a doença. O trabalho que fizeram contra o doutor Michel era para ele morrer no hospital", disse ele nesta terça-feira (19). Em outro momento, Pai Uzêda disse que veio "benzer o presidente porque o PT fez macumba contra ele". Na semana passada, Temer passou por um novo procedimento cirúrgico. Nesta terça, o presidente chegou a cancelar a participação na convenção, o que aumentou as especulações sobre o estado de saúde do peemedebista. Quando assessores do presidente viram o pai de santo no palco com Temer, ficaram assustados e pediram para que o homem fosse retirado do local. Temer, um pouco constrangido, sorriu e chegou abrir os braços para receber o "passe". Vestido de branco e segurando ramos de uma planta chamada guiné, "usada contra morte e doença", o pai de santo disse que esteve no Palácio do Jaburu e no gabinete de Temer no Palácio do Planalto e que foram encontrados "quatro bonecos" de vodu contra o presidente. "Eu fui defumar, benzer, tirar tudo. Era uma urucubaca brava ali", contou. Bastante agitado, ora dizia ter sido contratado por "dona Marcela" ora pelo PMDB. Questionado há quanto tempo conhecia a primeira-dama, disse apenas que ela era "linda, maravilhosa". "Jogaram pesado contra o presidente. Muita macumba contra ele, contra (o presidente da Câmara) Rodrigo Maia e contra toda a cúpula do PMDB, o assunto é sério", afirmou. O pai de santo, que diz ser da "umbanda da linha branca", usava um crachá de "convidado" da convenção. O PMDB negou que tenha contratado os serviços do pai de santo. Essa não é a primeira vez que Pai Uzêda vira notícia em Brasília. Nove meses depois de avisar para Dilmad (PT) tomar cuidado com Cunha, o então presidente da Câmara autorizou a abertura do processo de impeachment, o que levou à saída da petista da Presidência. Pai Uzêda também costuma circular pelo Congresso Nacional e já foi candidato a deputado federal e a vereador no Rio pelo PP.