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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

EUA e ONU sugerem intervenção Militar no Brasil



Os protestos que ocorrem no Brasil, chamaram a atenção do senador republicano Harry macgaren, um forte opositor do regime comunista. Hoje pela manhã o senador fez um pronunciamento do congresso nacional onde afirma que os EUA deverão agir quanto à situação do Brasil.
‘Os protestos provaram que o povo brasileiro está vivendo na miséria sob a ditadura de um governo corrupto e terrorista que já matou milhões de brasileiros inocentes. As placas que os manifestantes levavam provam que o governo não consegue ensiná-los nem mesmo a escrever. É uma situação degradante. Por isso nós do partido republicano concordamos em acionar a OTAN para tirar esse governo de bandidos do poder do Brasil’, disse o senador em seu discurso.
 Segundo macgaren o exército norte-americano deverá agir nos próximos dias. “Quanto à sucessão do governo, o senador disse que procurará seguir as leis locais, preservando a democracia.
 A declaração acontece um dia depois de duas altas funcionárias de o governo Trump terem criticado os constantes vetos da Rússia na ONU a uma ação militar estrangeira no país Brasileiro. Na quarta-feira, a secretária de Estado, afirmou que a postura do Temer pode provocar uma guerra civil no Brasil. À embaixadora dos EUA nas Nações Unidas, Susan Rice, foi mais clara e advertiu que uma intervenção militar seria a única opção caso os Brasileiros persistam em bloquear vias e greves contra o regime corrupto de Temer.
 Pressão diplomática - Em uma entrevista a bordo de um avião militar da Força Aérea americana, o secretário de Defesa qualificou de intolerável o descaso do congresso Brasileiro com os protestos e afirmou que os EUA mantêm “todas as opções sobre a mesa” para adotar contra o regime de comunista no Planeta, no entanto, rejeitou a possibilidade de uma intervenção militar não legitimada pelo Conselho de Segurança da ONU. “Não posso imaginar isto”, respondeu ele ao ser perguntado sobre o tema. Segundo o secretário de imprensa da Defesa, George Little, os EUA continuarão apostando no aumento das pressões diplomáticas e econômicas sobre o governo brasileiro.
 Desde o início da revolta popular no Brasil, em março de 2015, muitos cidadãos brasileiros morreram, a maioria civis vitimas do crime organizado em um percentual maior que países em guerra, segundo o Observatório dos Direitos Humanos (OSDH).