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domingo, 30 de abril de 2017

Com rejeição de Temer em alta, 85% dos eleitores preferem eleições diretas


Com rejeição de Temer em alta, 85% dos eleitores preferem eleições diretas
Foto: Marcos Corrêa / PR
Com índices de popularidade cada vez menores, a taxa de aprovação do presidente Michel Temer (PMDB) já se compara a de Dilma Rousseff (PT) às vésperas da abertura do processo de impeachment. Segundo informações da Folha de S. Paulo, os números também são semelhantes aos registrados por Fernando Collor de Melo antes dele ser impedido, em setembro de 1992. De acordo com a pesquisa DataFolha divulgada neste domingo (30), 61% avaliam a gestão de Temer como ruim ou péssima, outros 28% apontam como regular e apenas 9% avaliam como ótima ou boa. Antes de ser afastada pela Câmara, em abril do ano passado, Dilma contava com 63% de rejeição e 13% de aprovação. Em um detalhamento da pesquisa que ouviu 2.781 pessoas em 172 municípios do país, se percebe que Temer é mais bem avaliado, ainda que pouco, no Sul e no Sudeste. Com o andamento do processo que apura irregularidades na chapa Dilma-Temer em curso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o levantamento também averiguou o cenário caso Temer seja cassado. Se acontecer, por estarmos na segunda metade do mandato, é o Congresso quem deve realizar novas eleições. No entanto, apenas 10% dos eleitores apoiam isso. O que 85% dos entrevistados preferem é que o Congresso Nacional aprove uma mudança constitucional para permitir eleições diretas. Em algumas oportunidades, o presidente confirmou ter consciência de sua impopularidade no governo, mas disse aproveitar esse quadro para fazer avançar reformas de difícil aprovação popular, como é o caso da trabalhista e previdenciária.