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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Extremismo islâmico nunca matou tanto, diz relatório sobre liberdade religiosa


Extremismo islâmico nunca matou tanto, diz relatório sobre liberdade religiosa
Foto: UNRWA
Nunca o fundamentalismo religioso foi tão letal como atualmente no planeta. É o que afirma o Relatório sobre Liberdade Religiosa no Mundo, divulgado nesta quinta-feira (17) em Portugal, pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), organização vinculada à Santa Sé que tem por objetivo apoiar projetos de cunho pastoral em países onde a Igreja Católica está em dificuldades. Segundo o documento, a ameaça do Islamismo militante pode ser sentida em mais de 20% dos 196 países analisados. Ou seja, pelo menos um em cada cinco países viveram incidentes violentos, inspirados pela ideologia islâmica extremista, incluindo pelo menos cinco nações da Europa Ocidental e 17 da África. O estudo concluiu ainda que, em algumas regiões do Oriente Médio, que incluem o Iraque e a Síria, o chamado “hiper-extremismo” está eliminando todas as formas de diversidade religiosa. Esse fenômeno de radicalização intensificada se caracteriza por um sistema radical de lei e governo; tentativas sistemáticas de aniquilar todos os grupos que não se conformam à sua perspectiva; tratamento cruel das vítimas; uso de redes sociais para recrutar seguidores e intimidar  opositores através da exibição de violência extrema; impacto global, tornado possível através de grupos extremistas filiados e de redes de apoio em vários continentes. Entre os países analisados, 38 revelaram provas inequívocas de violações significativas da liberdade religiosa, 23 foram incluídos na categoria ‘perseguição’ e 15, na categoria ‘discriminação’. Outra consequência do fundamentalismo religioso, segundo o documento, tem sido o enorme aumento do número de refugiados, atualmente estimados em cerca de 65,3 milhões, segundo a ONU. O Relatório sobre Liberdade Religiosa no Mundo, que avalia questões relacionadas com a liberdade religiosa, é elaborado a cada dois anos e está na 13ª edição. É produzido por uma equipe de especialistas (acadêmicos, religiosos e jornalistas), e avaliou o período de junho de 2014 a junho deste ano.