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sábado, 18 de junho de 2016

Venezuela aciona militares e Temer pode agir para evitar guerra


Líderes da oposição da Venezuela se reuniram recentemente com representantes do governo brasileiro em Brasília. O motivo da conversa não poderia ser diferente, a crise provocada pelo poder nas mãos de Nicolás Maduro, que tenta evitar um referendo que pede a sua deposição. Diferente do Brasil, o país governado por lideranças de extrema esquerda não tem uma lei de impeachment. A constituição venezuelana diz que uma pessoa pode trabalhar como uma espécie de "censor". Essa posição foi ocupada durante algum tempo por Hugo Chávez, que faleceu 
O Ministro das Relações Exteriores, José Serra, chegou a dizer que vê "com bons olhos" a ideia da oposição venezuelana querer tirar Maduro do poder. A oposição argumenta que o país está em uma situação insustentável. A inflação já chega aos três dígitos por ano, sendo a maior de todo o planeta. Alguns insumos de remédios chegam a ter 95% de desabastecimento, o que tem provocado o temor de autoridades, inclusive, do presidente em exercício Michel Temer, do PMDB, que já pensa em fazer algo. 

De acordo com informações do jornal 'O Estado de São Paulo' em matéria publicada nesta quarta-feira, 16, a substituição dos comandos militares na Venezuela preocupa tanto o governo de Temer que esse já acendeu uma luz amarela, ficando mais atento ao que está rolando no território governado por Maduro. Duas possíveis intenções dos venezuelanos estariam a preocupar o peemedebista brasileira.
Uma delas é que a crise interna poderia acionar ainda mais os militares. Já se fala em uma troca de comandos para tentar obrigar Maduro a aprovar um referendo contra ele. Maduro diz que isso é coisa dos Estados Unidos, que tenta impôr seu imperialismo na América Latina. A segunda preocupação é o início de uma guerra civil branda. A Venezuela estaria a pensar uma busca de apoio de regimes bolivarianos como Bolívia e Equador para acionar a Unasul e negociar uma solução para a crise. No entanto, nem mesmo esses países estariam tão interessados em se meter na política interna.