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domingo, 12 de junho de 2016

Mulheres são queimadas vivas após recusarem relações sexuais com homens do Estado Islâmico


De acordo com informações do site de notícias Ynetnews de Israel, os militantes do grupo terrorista Estado Islâmico queimaram, vivas, mais de 20 mulheres que foram presas em uma gaiola de ferro. O crime aconteceu na cidade de Mosul, no Iraque. Segundo relatos de testemunhas, as mulheres da etnia Yazidi recusaram-se de manter relações sexuais com os líderes do grupo. Os yazidis, são um grupo de pessoas composto por cristãos que são escravizados, aos milhares, no Iraque e na Síria.

Genocídio

De acordo com o porta-voz do governo americano, Jay Carner, o governo dos Estados Unidos e demais lideranças ocidentais compararam este crime a um genocídio. E prometeram reagir com bombardeios intensos em áreas controladas pelo Estado Islâmico. A agência de notícias ARA News, do Oriente Médio, afirma que mais e 4.000 meninas da etnia Yazidi permanecem prisioneiras dos terroristas. Recentemente, inúmeras covas foram encontrados em uma região próxima a região de Shingai, na província de Nínive.
No local, os soldados curdos encontraram uma ossada. Grupos que combatem as perseguições, dentre eles o ''Human Rights Watch'', afirmam que a etnia Yazidi está necessitando urgentemente de ajuda humanitária. "Quanto mais eles permanecerem no poder do Estado Islâmico, mais terrível será para as mulheres que são comercializadas como escravas sexuais. Além de serem estupradas, são separadas de seus filhos", concluiu o porta-voz do grupo Human Rights Watch." Entre os atrocidades praticadas contra as mulheres yazidis, destaca-se a prática de sequestros de meninas com idades entre 10 a 15 anos, que são forçadas a converterem-se à religião islâmica para se casarem com os terroristas". concluiu.

Feminismo?

O padre inglês Franklin Graham, critica uma lei que entrou em vigor no Paquistão, a qual permitirá que o marido tenha o direito de agredir sua esposa caso ela o desagrade. Em nota, o padre, ressalta. "Onde estão os grupos feministas Steinems, Bellas Abzugs, entre outros, que afirmam defenderem os direitos das mulheres. Será que não reconhecem essas pessoas daquela religião como mulheres? Por que esses grupos não estão nas ruas protestando contra o modo como muçulmanos tratam as mulheres daquela região?"
Concluindo a opinião de Graham, a atual presidente do grupo Pró-Mulher, Marisa Lobo destaca que o feminismo é uma "hipocrisia" e acusa de ser "parcial" em "apoio às mulheres". Geralmente, as mulheres consideradas cristãs não recebem apoio dos grupos que se intitulam feministas e ressalta. "Onde estão as mulheres feministas para protestarem. Acredito que esses grupos consideram as mulheres cristãs com vítimas de um conflito religioso. Em diversas partes do mundo, onde a religião islâmica predomina, as pessoas cristãs são consideradas como lixo.", concluiu Marisa Lobo.