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quarta-feira, 8 de junho de 2016

Após brigar com a noiva, policial civil é preso e apanha da PM


Um agente da polícia civil de Minas Gerais foi agredido por policiais militares após se envolver em uma briga com sua noiva e o porteiro do prédio onde mora. Ele terá agredido tanto a noiva quanto o porteiro, que foi até o Instituto Médico Legal (IML) para fazer o corpo de delito sobre a agressão sofrida pelo agente da Polícia Civil. Segundo o boletim de ocorrência, o policial civil, ao ser abordado pela PM, começou a deferir palavrões e tentar agredir os policiais militares, que reagiram e deram voz de prisão ao agente. Não satisfeito com a abordagem, o homem resistiu brutalmente e, de acordo com o relato dos policiais militares, um Sargento e um Cabo tiveram que usar a força para prender o agente.
Os policiais militares foram chamados pela noiva do agente e pelo porteiro que sofreu a agressão, e quando os dois policiais militares chegaram no local depararam com o homem somente de cueca e com sinais de embriaguês e fora de si.

O Delegado Raimundo Vanderly Alves de Melo, que apura o caso na 21.ª DP, relatou que o porteiro do prédio onde vive o agente notou que estava havendo uma discussão entre os noivos, pelas câmeras de segurança, e resolveu ir até ao local em que eles estavam, quando foi agredido pelo policial civil.
O delegado disse ainda que a noiva, em depoimento, relatou que não foi agredida pelo noivo e que a briga foi só entre ele e o porteiro. Mas segundo testemunhas que viram as cenas, a noiva também foi agredida com chutes e tapas, mas com medo do noivo ela não revelou que sofreu a agressão.
O Delegado Raimundo pediu que as imagens das câmeras de segurança fossem analisadas para ver se houve excesso por parte da PM. Segundo a corporação da Polícia Militar, os PM's agiram conforme a lei e não houve abuso de autoridade ou excesso de força na abordagem do agente civil. Porém, o Agente da Polícia Civil enviou aos colegas mensagens de celular dizendo que precisava de ajuda e que havia apanhado da PM.
Segundo informações da 3.ª Delegacia de Polícia de Cruzeiro, o agente não possui porte de arma, toma remédio para depressão e seu serviço é apenas administrativo.
A corregedoria da Polícia Civil irá apurar o caso e ver se o agente cometeu infração disciplinar.